sexta-feira, 13 de novembro de 2009

População Está Passando Sêde.

Hoje a população de Simplício Mendes, mais especificamente os ouvintes do Jornal da Mafrense AM 790 khz não puderam almoçar direito, é que faltou um pouco o apetite quanto os jornalistas leram uma carta enviada pela "Senhora Mônica" moradora da localidade "São José". Na carta ela expressava a indignação e a angustia ao ser-lhe negada uma pipa dagua pela Prefeitura Municipal de Simplício Mendes. A Senhora "Mônica" explicou na carta que estava buscando água numa distancia de quatro quilômetros de sua casa, um percurso total de oito quilômetros para poder beber, disse ainda que apesar de estar cadastrada no programa "pipa dagua" não consegue receber o abastecimento do líquido. "Mônica" disse ainda que procurou a Administração Municipal (Prefeitura) explicou seu sofrimento mas não percebeu nem uma sensibilidade, "me disseram que não podiam fazer nada" contou a senhora "Mônica" que sentindo desrespeitada sua dignidade humana resolveu escrever uma carta a emissora local Rádio Mafrense. Para não passar sêde a senhora "Mônica" teve que vender uma cabra (caprino) para poder pagar o abastecimento de uma "pipa dagua" no valor de R$120,00 (Cento e Vinte reais). Contrariando a justificativa da Prefeitura de Simplício Mendes, no dia quatro de setembro (aniversário da cidade) o Prefeito "José Lopes" e seus convidados se entretiam servidos de muito Wiski, Redbull e galinha assada em um palco montado em cima de um caminhão, apelidado pela população de "Caminhão do Wiski". Nos discursos propalados pelos representantes da administração a pauta era irônicamente "a crise", provavélmente estivessem falando da crise do "bom senso". Só para registrar um litro de Wiski (dos populares) está custando R$80,00 (Oitenta Reais). Não temos nada contra beber e festejar, mas falar de crise para população enquanto se banqueteia é tirar uma da cara do povo.

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